segunda-feira, 24 de março de 2014

NEM ESQUERDA NEM DIREITA!!!

                                            

"Que esquisito, você não é nem de esquerda nem de direita!".  Essa observação, feita logo após um discurso que proferi, mostrou uma rara perspicácia.  Foi rara porque era extremamente raro ouvir alguém chegando a essa conclusão por conta própria.  E foi perspicaz porque foi acurada.
A maioria das pessoas sempre parece estar à procura de termos simplistas e simplificadores, de generalizações cômodas e convenientes, pois ajudam em seus discursos e definições.  Estes termos servem para substituir definições longas e tediosamente complexas.  No entanto, é essencial ter cuidado ao escolher estes termos, pois é comum que tais simplificações gerem truques semânticos e produzam um desserviço para aqueles que as utilizam.  Receio ser esse o caso dos termos "esquerda" e "direita" quando utilizados por libertários que, como espero demonstrar, não estão nem à esquerda e nem à direita no que concerne ao espectro ideológico aceitável de nossa era.
"Esquerda" e "direita" descrevem, cada uma, posições autoritárias.  A liberdade não possui relação horizontal com o autoritarismo.  A relação do libertarianismo com o autoritarismo é vertical; está muito acima dessa podridão de homens escravizando indivíduos.  Mas vamos começar do início.
Houve uma época em que "esquerda" e "direita" eram denominações apropriadas e nada imprecisas para diferenças ideológicas.  Os primeiros esquerdistas foram um grupo de recém-eleitos representantes para a Assembléia Nacional Constituinte da França, no início da Revolução Francesa, em 1789.  Eles foram rotulados "esquerdistas" simplesmente porque, por acaso, estavam sentados do lado esquerdo da câmara legislativa francesa.
"Os legisladores que estavam assentados do lato direito eram chamados de Partido da Direita, ou Direitistas.  Os Direitistas ou 'reacionários' defendiam um governo nacional altamente centralizado, leis especiais e privilégios para sindicatos e vários outros grupos e classes, monopólios estatais sobre os setores estratégicos e básicos para a vida, e uma continuação dos controles governamentais sobre preços, produção e distribuição." — Dean Russell, The First Leftist [Irvington-on-Hudson, N.Y.: Foundation for Economic Education, 1951], p. 3.
Os esquerdistas da época eram, para todos os propósitos práticos, ideologicamente similares àqueles que hoje podem ser chamados de "libertários".  Já os direitistas representavam o oposto ideológico: estatistas, intervencionistas — em suma, autoritários.  "Esquerda" e "direita" na França, durante o período 1789-90, eram termos que apresentavam, ao mesmo tempo, uma conveniência semântica e um alto grau de acurácia.
Mas aí vieram os autoritários Jacobinos, e o termo "esquerdista" foi rapidamente expropriado por eles, passando a ter um significado oposto.  "Esquerdista" passou a ser sinônimo de igualitarista, sendo depois associado às vertentes do socialismo marxista: comunismo, socialismo, fabianismo.  O que ocorreu, então, com o termo "direitista"?  Onde ele caberia agora, após essa reviravolta semântica do termo "esquerdista"?  Os camaradas de Moscou se encarregaram dessa tarefa, e em proveito próprio: qualquer coisa que não fosse comunista ou socialista foi decretada e propagandeada como "fascista".  Logo, qualquer ideologia que não coubesse integralmente dentro do rótulo comunista (esquerda) passou a ser popularmente denominada de fascista (direita).
Eis a definição de fascismo segundo o dicionário Webster: "Qualquer programa visando à criação de um regime nacional centralizado e autocrático, com políticas severamente nacionalistas e que exerça um intenso programa de arregimentação da indústria, do comércio e das finanças, com rígida censura e enérgica supressão da oposição".
Qual é, na prática, a diferença entre comunismo e fascismo?  Ambos são formas claras de estatismo e autoritarismo.  A única diferença entre o comunismo de Stalin e o fascismo de Mussolini é um insignificante detalhe na estrutura organizacional.  Mas um é "esquerda" e o outro é "direita"!  Sendo assim, onde tudo isso deixa o libertário em um mundo em que os termos foram definidos por Moscou?  O libertário é, na realidade, o oposto do comunista.  No entanto, se o libertário empregar os termos "esquerda" e "direita", ele estará caindo na armadilha semântica de se tornar um "direitista" (fascista) pelo simples fato de não ser um "esquerdista" (comunista).  Isso seria um suicídio semântico para os libertários, um invento artificioso que excluiria automaticamente sua existência.  Ao passo que comunistas e socialistas continuarão utilizando essa definição, há vários motivos para os libertários evitá-la.
Um enorme problema que surgirá caso o libertário opte por utilizar a terminologia esquerda-direita é a grande tentação que tal postura cria para se aplicar a doutrina do meio-termo.  Durante aproximadamente vinte séculos, o homem ocidental aceitou a teoria aristotélica de que a posição sensata é aquela entre quaisquer dois extremos, que hoje é conhecida politicamente como a posição moderada, conciliatória, a terceira-via, ou simplesmente o centro.  Se os libertários utilizarem os termos "esquerda" e "direita", eles estarão se anunciando como sendo de extrema direita pela simples virtude de estarem extremamente distantes em suas crenças do comunismo.  Mas "direita" é um termo que passou a ser exitosamente identificado com o fascismo.  Portanto, cada vez mais pessoas são levadas a crer que a posição sensata seria em algum lugar entre o comunismo e o fascismo, uma vez que ambos significam autoritarismo.
Só que a doutrina do meio-termo não pode ser aplicada indiscriminadamente.  Por exemplo, ela é sensata o bastante quando se está decidindo entre, de um lado, o jejum total e, do outro, a gulodice.  Mas ela é evidentemente insensata quando se quer decidir entre não roubar nada ou roubar $1.000.  O meio-termo recomendaria roubar $500.  Logo, o meio-termo não é mais sensato ou racional quando aplicado para comunismo e fascismo (dois rótulos para o mesmo autoritarismo) do que quando aplicado para dois tipos de roubo.  O libertário não pode querer nada com "esquerda" ou "direita" simplesmente porque ele desdenha qualquer forma de autoritarismo — o uso do aparato estatal para tolher e controlar a criatividade e o empreendedorismo do indivíduo. 
Para ele, comunismo, fascismo, nazismo, fabianismo, assistencialismo — todos formas de igualitarismo — cabem na descrição definitiva que Platão, talvez cinicamente, nos forneceu séculos antes de qualquer um desses sistemas coercivos terem se desenvolvido:
 O maior de todos os princípios é o de que ninguém, homem ou mulher, deve prescindir de um líder. Nem deverá a mente de um indivíduo habituar-se a deixá-lo fazer qualquer coisa nem por iniciativa própria, nem por zelo, nem mesmo por prazer. Tanto na guerra quanto na paz, a seu líder ele deve direcionar seus olhos e segui-lo fielmente.  E mesmo nos assuntos mais ínfimos ele deve se sujeitar a alguma liderança. Por exemplo, ele deve se levantar, se mover, se lavar ou se alimentar . . . somente se tiver recebido ordens para tal . . . Em suma, ele deverá ensinar sua alma, por meio do hábito e da prática reiterada, a nunca sonhar agir de forma independente.  Com efeito, deve ensiná-la a se tornar totalmente incapaz disso.
Pairando sobre a degradação
Os libertários rejeitam esse princípio e, ao fazê-lo, não se colocam nem à direita e nem à esquerda dos autoritários.  Eles, assim como os espíritos humanos que libertariam, ascendem — estão acima — sobre esta degradação. Sua posição no espectro ideológico, se fossemos usar analogias direcionais, seria acima — como um vapor que se separa do esterco e sobe a uma atmosfera saudável.  Se a idéia de extremismo for aplicada a um libertário, que seja baseada em quão extrema é a sua oposição às crenças e tentações autoritárias.
Estabeleça este conceito de emersão, de libertação — o qual é o próprio significado do libertarianismo —, e o significado da doutrina do meio-termo passará a ser inaplicável, pois não é possível haver uma posição de meio caminho entre o zero e o infinito.  E é absurdo sugerir que possa haver.
Qual termo simples os libertários deveriam aplicar para se distinguirem das variedades de "esquerdistas" e "direitistas"?  Não consegui inventar nenhum, mas até que eu consiga, contento-me em dizer que "sou libertário", e estou disposto a explicar a definição do termo a qualquer pessoa que procure significados em vez de rótulos.


http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1466

sexta-feira, 7 de março de 2014

UMA MAFIOCRACIA DOMINA O PLANETA



Em matéria passada eu explicava que MÁFIA é um termo mundialmente utilizado que se refere a um tipo especial de crime organizado. Originado na Itália meridional, atualmente o termo é também usado para identificar, tanto simples grupos de criminosos organizados, como associações de indivíduos que empregam métodos ilícitos ou ilegais em seus negócios ou postos de trabalho. A máfia pode ser, tanto um grupo social, ou um poder. Por mafiocracia, se entende, então, o sistema em que se sustentam, se organizam e se administram as práticas de certos grupos delituosos.
A mafiocracia possui sua racionalidade e um código de ética particular, que são sustentados pelas vertentes mais negativas da ideologia capitalista: uma, representada pelo setor de capitalistas, cuja motivação central de vida é a avareza; estes podem ser empreendedores ou conservadores, porém, todos são individualistas; têm um tipo de comportamento de orientação acumulativa; gostam de se apropriar de riquezas através do trabalho alheio e da usura. Alguns ligam esta motivação a idéias religiosas do protestantismo e do judaísmo.
A outra vertente é representada por indivíduos conduzidos por uma ambição desmedida de enriquecimento fácil e rápido; como todos os capitalistas, fundamentam sua conduta na chamada ética dos interesses materiais; sua orientação, por princípio, é improdutiva e de exploração; usam qualquer meio possível para conseguirem seu bem-estar particular. Neste setor, se encontram, misturados, yuppies impacientes das áreas financeiras e bancárias, comerciantes desonestos, lobistas e gestores corruptos, como também funcionários corrompidos dos setores públicos e privados, ao lado de outros costumeiros delinquentes.
A mafiocracia é um sistema de organizações criminosas que, qual uma hera daninha, aproveita-se das debilidades de todos os sistemas humanos, infiltrando-se neles de forma aberta ou sub-repticiamente. É, por conseguinte, um sistema parasitário. Como outros grupos com interesses particulares, as máfias acham, nos procedimentos informais, as vias e meios para penetrarem em empresas, ministérios etc., obtendo, assim, vantagens e benefícios. Estes meios informais são propícios para o tráfico de influência e para outras ações patológicas que afetam o funcionamento das organizações, especialmente do setor público; o que não significa que a área privada fique imune a tais males.
Contudo, as máfias, não só se valem de alguns meios informais para controlar e obter vantagens nas organizações em que conseguem penetrar, mas também construíram verdadeiras corporações para a realização de seus ignóbeis propósitos. De tal maneira, que tais associações criminosas alcançaram enorme poder e enorme difusão nos mais diversos campos da atividade humana, em todo o mundo: no sistema financeiro e bancário; em áreas de seguros; bolsas de valores; setor imobiliário e de movimento cambial, assim como no sistema econômico de empresas estatais e privadas; sindicatos; estrutura judicial, policial e penitenciária; sistema alfandegário e portuário; sistema de saúde e hospitalar, incluindo nisso tudo a produção e o tráfico de armas e drogas; o contrabando de bens e pessoas, sem falar de tantas outras áreas sob controle destas organizações delituosas.
Certa literatura tem pretendido atribuir as práticas de delitos nacionais e internacionais exclusivamente às máfias dos chamados “Estados falidos”, localizados, é claro, em regiões subdesenvolvidas do chamado Terceiro Mundo. Para esta literatura, se existe alguma conexão delituosa entre as regiões do Sul atrasado e o Norte desenvolvido (como, por exemplo, as que ocorrem entre os produtores de drogas colombianos, traficantes mexicanos e grandes distribuidores e consumidores estadunidenses, ou como a que há na extração e tráfico ilegal de pedras preciosas, ou de minerais de grande valor e madeiras nobres, entre máfias africanas e talhadores europeus e judeus), os países desenvolvidos são as vítimas desta relação. Os países atrasados ficam como réus.
É certo que existem máfias em todos os países, não apenas organizadas para atividades com drogas e minerais valiosos e escassos, mas que também praticam grandes fraudes financeiras e econômicas que tanto atingem os estados como os cidadãos. Vale lembrar, por exemplo, a máfia de políticos e funcionários corruptos que, na ex-URSS, se apoderou de bens e matérias-primas, colocando-as no “mercado negro”, sabotando a economia, quando se desmontava a burocracia soviética. Outra, que operou, não faz muito tempo, na Venezuela, em torno de fraudes bancárias, agindo no campo imobiliário e com tráfico de bônus e de dólares, que influenciou sobre o índice inflacionário do país. Há, ainda, máfias de funcionários públicos e operadores sindicais nas indústrias nacionais de ferro, alumínio e da construção.
Entretanto, indubitavelmente, as máfias mais poderosas se encontram nos países desenvolvidos. São elas, em verdade, as grandes financistas, as que ditam suas próprias pautas e controlam os grandes mercados.
Por acaso, não são verdadeiras máfias as associações financeiras e bancárias, e a militar-industrial norte-americana, que atualmente governam a economia global? Se alguém tem alguma dúvida a respeito disso, vale a pena ler, como uma simples amostra, o artigo de Matt Taibbi, na revista Rolling Stone, em que conta a história e revela o papel do banco de investimentos, Goldman Sachs, na crise econômica mundial e, praticamente, em todas as bolhas financeiras das últimas décadas. Taibbi culpa os Goldmanites de aurífagos, famélicos e ferozes alquimistas do dinheiro do povo; manipuladores, junto ao governo, das regulamentações financeiras e dos mercados de valores, em benefício próprio. Além de se favorecerem do resgate financeiro, que é orquestrado por seus ex-diretores, transformados em funcionários do governo.
A lista de ex-diretores do Goldman Sachs, nas altas posições do governo dos Estados Unidos, é escandalosa; é como se o Goldman Sachs fosse a ante-sala das secretarias de finanças do governo, afirma Taibbi. Por exemplo, o último secretário do Tesouro de George W.Bush, o ex-CEO do Goldman, Henry Paulson, foi o arquiteto do plano de resgate, um suspeito plano de auto-serviço para a canalização de bilhões de dólares para seus velhos amigos, em Wall Street. Robert Rubin, ex-secretário do Tesouro de Bill Clinton, passou 26 anos no Goldman, antes de se tornar presidente do Citigroup, que – por sua vez – tem um resgate de 300 bilhões de dólares dos contribuintes, outorgado por Paulson. Entre outros, há John Thain, o detestável chefe do Merril Lynch, que comprou para seu Escritório um tapete de US$ 87.000, enquanto sua empresa estava implodindo. Antigo banqueiro do Goldman, Thain aproveitou-se de uma mãozinha de muitos bilhões de dólares, dada por Paulson, que usou bilhões, dos fundos dos contribuintes, para ajudar o Bank of America a salvar a pobre empresa de Thain. Os diretores dos bancos nacionais do Canadá e da Itália são ex-alunos de Goldman, como também o são o chefe do Banco Mundial, o chefe da Bolsa de Nova Iorque e, também, os últimos chefes do Federal Reserve Bank of New York.
Todavia, a análise de Taibbi ainda pode ser considerada como um tanto incompleta, visto que, acima desses funcionários mafiosos, se encontram os “capi di tutti i capi”. César Aching Guzmán identifica estes “poderosos dos poderosos”, nas seguintes famílias mafiosas:
1-Família Rothschild (Londres, Berlim e Israel)
2-Família Rockefeller (EUA e Israel)
3-Família Morgan (Inglaterra)
4-Família Warburg (Alemanha)
5-Família Lazard (França)
6-Família Mosés Israel Seif (Itália e Israel)
7-Família Kuhn, Loeb (Alemanha e EUA)
8-Família Lehman Brothers (EUA)
9-Família Goldman Sachs (EUA)
Segundo Aching Guzmán, “estas mega-ricas famílias e seus descendentes são intocáveis pela lei, e isentas de impostos por toda a vida. Cada vez que fazem a tal “salvação econômica”, na realidade COMPRAM os bancos e as financeiras do mundo, apropriando-se pouco a pouco do país que “salvam”… Eles seriam os chefes das máfias que controlam o Planeta, donos de bancos criadores dos grandes cassinos de especulação e dos paraísos financeiros; são os donos das grandes corporações da indústria militar, das grandes mineradoras, petroleiras… São os que organizam ações terroristas, fomentam guerras e invasões, ou seja, são os responsáveis diretos pela miséria, desolação e morte em que vivem bilhões de seres humanos; são os que puseram o Planeta e nossa espécie à beira da extinção.
Augusto N. Lapp

terça-feira, 12 de novembro de 2013

                                                       Assim caminha a humanidade


serei, serás... algo anormal, mornamente normal, então pegamos nossa "normalidade" e colocamos em nossas vidas e vivemos como viventes alienados, babando sobre marcas  e querendo coisas fúteis e inúteis, seres humanos humanoides desumanos com suas futilidades toscas, seus egos super inflados, vagando pelo meio da sociedade, contaminando pessoas que ainda não se venderam .....e os "istas" gritam... e  mostram as mais variadas possibilidades de salvação mundial, com suas mutações políticas..., sua gana pelo poder... com suas fórmulas mágicas para a aquisição de uma nova consciência.. e já tem o preço certo para colocar a venda...  e assim caminhamos, para o precipício... é inevitável, estamos a beira de um caos, e esse caos é necessário, infelizmente a humanidade só aprende pela dor, nunca pelo amor, então peço que o caos mundial chegue logo e termine com a tortura que é...  ESPERAR UM MUNDO MELHOR....

Leandro Bremm

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

9 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE SEU CÉREBRO

 
O cérebro é uma das partes mais incríveis do corpo humano. Ele se torna ainda mais impressionante quando funciona de uma maneira diferente da que esperamos. A ciência da psicologia frequentemente acerta sobre o funcionamento da mente humana, mas a Neurologia apresentou algumas surpresas interessantes nas últimas
décadas:

1) 7 é o máximo de ítens para a memória de curta duração.


O cérebro possui três mecanismos de memória: Sensório, Longa Duração e Curta Duração. a memória de Longa Duração, funciona como um disco rígido de um computador. Da mesma forma, poderíamos dizer que a memória de Curta Duração se aproxima da memória RAM. Esta memória de curta duração é capaz de armazenar de cinco a nove itens, sendo sete a média humana.

Aplicabilidade: Não perca tempo memorizando grandes listas Armazenar informação exige portanto o compactamento em aproximadamente sete unidades ou guardá-lo
na memória de Longa Duração.

2) Verde Lima é a cor mais visível.


O Verde Lima esta localizado exatamente no meio do espectro solar visível pelos olhos humanos, mais precisamente entre o verde e o amarelo. Nosso sistema nervoso possui receptores independentes para o verde, o vermelho e o azul e o Verde Lima aciona os três receptores ao mesmo tempo tornando-se a cor mais perceptível de todas.

Aplicabilidade: Use Verde Lima quando quiser destacar algo. Por esta razão esta é a cor ideal para veículos e profissionais do transito das grandes metrópoles.

3) Seu Subconsciente é mais esperto do que você


Seu Subconsciente é mais esperto do que você. Em outras palavras, ele é mais poderoso do que os processos conscientes. Em um estudo recente, um quadrado era colocado em uma tela seguindo um complexo padrão. Depois de um tempo logo as pessoas começaram a melhorar o resultado ao tentar descobrir onde o quadrado iria aparecer em seguida. Quando indagados para conscientemente explicar o padrão, mesmo de pois de horas, ninguém conseguiu.

Aplicabilidade: Confie mais nos seus "instintos"

4) Sinestesia é para todos


A mistura de sentidos não é exclusividade de pessoas que usam LSD, todo ser humano possui algum grau de sinestesia. Em um experimento psicológico Wolfgang Köhler pediu que entrevistados descobrissem o nome de duas figuras, uma chamada Buba, e outra Kiki. O interessante é que o experimento resultou em 98% de acertos. A sensação é tão imediata que não vamos nem colocar os nomes na ilustração abaixo:



Aplicabilidade: Use o fator sinestésico para aprimorar a memória e o aprendizado.

5) O cérebro humano não é bom com probabilidades


Sua professora do colégio já deve ter lhe provado isso. Mas recentemente foi descoberto que o cérebro humano é naturalmente propenso a cometer alguns erros
básicos de probabilidade. Em um estudo foi proposto o seguinte problema:

Jessica é uma mulher solteira de 31 anos, cândida e promissora profissionalmente. Graduada em filosofia. Enquanto estudante engajou-se em militância social e participou de passeatas contra o descontrole da energia nuclear.

Ranqueie as seguintes da mais para a menos provável:

1. Jessica é hoje uma professora do ensino fundamental.
2. Jessica trabalha em uma livraria e faz aulas de yoga.
3. Jessica é uma ativista do movimento feminista.
4. Jessica é assistente social.
5. Jessica é membra ativa de um partido político.
6. Jessica trabalha num banco.
7. Jessica é vendedora de uma agência de seguros.
8. Jessica trabalha no banco e é uma ativista do movimento feminista.

Aproximadamente 90% das pessoas afirmaram que 8 é mais provável que 6. Muito embora 8 (trabalhar no banco e ser uma ativista do movimento feminista) inclua inteiramente a possibilidade de 6 (trabalhar num banco). O cérebro humano acredita que mais detalhes fazem um evento tornar-se mais provável, e não menos.

Aplicabilidade: Lembre-se sempre que quanto mais detalhes menos provável é um evento.

6) Memórias são manipuláveis.


Pesquisas revelaram que as pessoas muito facilmente falham ao lembrar do passado. Não se trata apenas de esquecer do passado, mas de lembrar de coisas que nunca aconteceram. Por este motivo, terapias de "memórias reprimidas" entraram em desuso entre profissionais sérios, caindo na mesma leva das "memórias das vidas passadas". Em um ambiente controlado como o de um consultório psiquiátrico é extremamente fácil sugerir coisas que nunca de fato existiram.

Aplicabilidade: Não teime com algo só porque você lembra bem do que aconteceu.

7) Rcnecciemhento de plaarvas plea fomra


Vcoê csnoseuge ler etse txteo com um pcoua dcifuaidlde. As lertas etsão emlbaarhaads e anepas são madnitas a pimerira e a utlmia ltrea de cdaa plaarva. Isso actocnee pouqrue qnaudo se etsá aoscumtado com a lngíua naivta, o crbeero não lê ltrea a lrtea, mas a plaarva cmoo um tdoo.

Apicliilbaadde: É dietrvido, prcseia mais?

8 ) A Memória de longa Duração é desligada durante o sono


Os componentes cerebrais responsáveis pela memória de longa duração são desligados durante as horas de sono. Por esta razão os sonhos são rapidamente esquecidos se não relembrados nos primeiros momentos do despertar. Apesar do ser humano ter vários sonhos durante o repouso eles dificilmente são lembrados. Normalmente apenas fragmentos ainda na memória de curta duração sobrevivem.

Aplicabilidade: Se quiser lembrar de seus sonhos, anote-os ao acordar.

9) O cérebro possui um excelente mecanismo de playback


A chamada memória sensória é o equivalente neural dos mecanismos de playback. Funciona tanto para a visão como para a audição. Seu tálamo re-envia os últimos segundos de tudo o que é originalmente captado pelos sentidos e processado pelo cérebro. Suponha que esteja acontecendo uma festa e alguém diz algo chamando o seu nome. Geralmente você pode recuperar o que foi dito mesmo se estivesse no momento se concentrando em outra conversa. Se perdêssemos este recurso neural atividades multitarefas seriam impraticáveis.

Aplicabilidade: Você não precisa repetir algo porque acha que a pessoa não ouviu. Basta aguardar alguns segundos que o cérebro dela faz isso sozinho

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

CADÊ O IDEAL??? CADÊ A VONTADE DE MUDAR ALGO???

está faltando vontade, garra... o que pretendem ??,... sinceramente, cade a vontade de mudança??? a verdadeira vontade, .... eu vejo hoje vários movimentos lutando por "mudanças"... mas percebo que a maioria acha q resolve tudo com reformismos.... e nem para reformismos tem a garra e vontade necessária.... eu sempre disse e infelizmente é a realidade... que se uma pessoa que grita, com bandeira e mascaras na cara, nas ruas ou luta virtualmente tbm... se ganhar um milhão de reais... abandona todo o idealismo... pq na verdade... a maioria não tem ideal nenhum, vão pelo fogo do momento, e se vendem muito facil, do hackerativismo... pior ainda, vivem um mundo de rpg.... aonde poucos...muito poucos mesmo... tem um ideal e nao se vendem, a maioria mesmo.... a grande maioria... é jogo de ego, e usam uma idéia ou ideal... que para mim tem diferença.. e muita, usam para obter lucros, e tem "seguidores"... que ate são pessoas boas ... mas não percebem o mal que fazem, pq ao "seguir " esses hacker estão somente servindo a propósitos lucrativos ... e servem apenas de boi de piranha.... somente isso, ignorantes que pensam que estão fazendo grande coisa, são os "leva e traz"... os fofoqueiros e pombos correios que puxam o saco dos que eles acham q são os fodões do "hackerativismo"... bestas humanas e estupidas...estão cavando sua própria cova, enfim, so posso lamentar por esses idiotas... um exemplo, a anonymous, admiro alguns que se dizem ser e que realmente fazem alguma coisa de util, mas infelizmente são poucos, a anonymous no brasil se perdeu no meio de ignorantes que nao querem ler e de hackerativistas burros que so qurem se dar bem... a anonymous no brasil ja era para ter resolvido muita coisa, se não fosse a estupides e a religiosidade que criaram, essa história de não ter lideres.... eu concordo, porém deveriam ter orientadores e orientados, sem que esses mandassem um no outro, sem a obediencia.... mas confundiram liberdade com ...: "eu faço o que eu quero"... não e por ai... por isso virou modinha, e está colocando pra baixo verdadeiros... anonymous, que realmente lutam por algo.
eu vejo crianças... crianças mesmo, "aprendendo" a lidar com ferramentas para hackear... puta que pariu... cade a responsabilidade desses idiotas hackers que se dizem anonymous??cade o respeito a uma idade tão complicada e que necessitam de compreensão, carinho, respeito, entendimento do mundo ue o cerca....12 anos, 13 anos, enfim, estão lá... dando uma de salvadores... sem ao menos conhecer eles mesmos, estão iniciando a vida .. e ja se escondendo... "para não serem pegos", que falta de responsabilidade, falta de ética, falta de respeito desses merdas que se dizem hackers e que na verdade a maioria é banker ou querem ser.... até quando vms aceitar isso?? é esse o futuro?? CADÊ O IDEAL??? CADÊ A VONTADE DE MUDAR ALGO??? se a maioria não gosta de ler e se acha esperto por isso.... se a maioria não acompanha o que realmente está acontecendo no mundo??? a maioria desses movimentos criados ultimamente... se perdeu na ignorancia e lutam para não perder suas futilidades, lutam...para que possam comprar mais.... ter mais, aparecer mais... e não para ser livres de um sistema escravizador, so querem reformismos,

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Vídeos Essenciais

  • *Owned e Operated: http://bit.ly/TL6PyD
  • *Servidão Moderna 2009:  http://youtu.be/B7hSxm67izU 
  • *O problema não é o Irã - https://www.youtube.com/watch?v=rCo8UgLf2sk
  • *Muito além do cidadão Kane - Globo -  https://www.youtube.com/watch?v=MtQTejGeL4M
  • * O venen esta na mesa II (2014)- https://www.youtube.com/watch?v=fyvoKljtvG4&index=2&list=PL0c519EXDqpMtKNj9m43SZYHBLWT0Al3G
  • * O veneno esta na mesa I - (2011) - https://www.youtube.com/watch?v=SHkRoIvahpg
  • * Privatizações- A distopia do capital - (2014 - )https://www.youtube.com/watch?v=A8As8mFaRGU



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

REALIDADE


Realidade, à primeira vista, é uma coisa simples: a televisão que fala agora com você é real. Seu corpo afundado numa cadeira quando a meia-noite se aproxima, um relógio que faz tique-taque no limiar da consciência. Todo o detalhe infinito de um mundo sólido e material que o cerca. Estas coisas existem. Elas podem ser medidas com uma jarda, um voltímetro, uma balança. Estas coisas são reais.

Então há a mente, meio focalizada na televisão, o sofá, o relógio. Este fantasmagórico nó de memórias, idéias e sentimentos que chamamos de nós mesmos, também existe, embora não dentro do mundo mensurável que nossa ciência pode descrever. Consciência é inquantificável, um fantasma na máquina, quase não considerado real, apesar, de certo modo, ser este flutuante mosaico de consciência a única verdadeira realidade que nós podemos entender.

O aqui-e-agora demanda atenção, está mais presente para nós. Nós consideramos o mundo interno de nossas idéias como menos importante, embora a maior parte de nossa realidade física imediata tenha se originado apenas na mente. A televisão, o sofá, o relógio e o quarto e toda a cultura que os contêm uma vez não foram nada além de idéias. Existência material é completamente fundada no reino fantasma da mente, cujas natureza e geografia se mantém inexploradas.

Antes que a Idade de Razão fosse anunciada, a humanidade tinha polido estratégias para interagir com o mundo do imaginário e do invisível: complicados sistemas mágicos; abrangentes panteões de deuses e espíritos, imagens e nomes que nós classificamos como poderosas forças internas, de forma que poderíamos entendê-las melhor. Intelecto, emoção e pensamentos inconscientes foram feitos divindades ou demônios de forma que nós, como Fausto, pudessemos entender melhor; interagir com eles; nos transformar neles. Culturas antigas não adoravam ídolos. As estátuas de seus deuses representaram estados ideais que, quando sob constante meditação, alguém poderia aspirar.

A Ciência prova que nunca houve uma sereia, um Krishna  de pele azulada ou uma virgem dando à luz em nossa realidade física. Apesar de o pensamento ser real, é o domínio do pensamento o único lugar onde deuses indivisíveis exercem tremendo poder. Se Afrodite fosse um mito e o amor apenas um conceito, então isso negaria os crimes e os gestos de carinho e as canções feitas em nome do amor? Se o Cristo, alguma vez , tivesse sido considerado apenas ficção, uma idéia divina, isto invalidaria as mudanças sociais inspiradas por esta idéia, feito das guerras santas menos terríveis ou o aperfeiçoamento humano menos real, menos sagrado?

O mundo das idéias é, de certo modo, mais profundo e mais verdadeiro que a realidade; esta televisão sólida é menos significante que a idéia de televisão. Idéias, ao contrário de estruturas sólidas distintas, não perecem. Elas permanecem imortais, imateriais e em todos lugares, assim como todas as coisas divinas. Idéias são uma paisagem dourada e selvagem onde vagamos inadvertidamente sem um mapa. Tenha cuidado: em última análise, a realidade pode ser exatamente o que achamos que ela seja.