sexta-feira, 23 de maio de 2014

Poluição Eletromagnética (Eletrosmog) e Irradiações Geofísicas: Os Riscos Invisíveis Para a Saúde

Poluição Eletromagnética (Eletrosmog) e Irradiações Geofísicas:
Os Riscos Invisíveis Para a Saúde

Mesmo tomando todos os cuidados possíveis, você sofre de problemas como insônia, cansaço, dor de cabeça ou nas costas, alergia, distúrbiosgastrintestinais, reumatismo, problemas pulmonares, depressão, falta de energia, fraqueza imunológica, distúrbios hormonais e do metabolismo, nervosismo, problemas cardíacos,  falta de concentração...

Nesse caso é bem possível que seus sintomas estejam relacionados com uma exposição a poluição eletromagnética e irradiações geofísicas.

Como o ser humano adoece

O ser humano é de natureza eletromagnética — em frações de segundos leves correntes biológicas conduzem as funções do nosso corpo e das células:

• O cérebro e o sistema nervoso central são estimulados por mínimas correntes elétricas;
• O coração é um gerador de campo magnético, cujas correntes podem ser registradas através de eletrocardiograma em qualquer adulto;
• O metabolismo, o sistema imunológico e as funções hormonais são monitoradas pelo campo magnético terrestre.

Esse equilíbrio eletromagnético do organismo é continuamente perturbado por irradiações artificiais milhões de vezes mais intensas. Inúmeras torres de retransmissão produzem um ‘manto’ de irradiação permanente. Todos os cabos elétricos geram campos elétricos. Geralmente desconhecemos o caminho que esses fios percorrem dentro das paredes, podendo influenciar fortemente em nossos órgãos eletro-sensíveis. As linhas de alta tensão,  dos trens e ônibus elétricos, os televisores, lâmpadas, radio-despertadores, fogões elétricos, etc... geram campos magnéticos que atravessam praticamente qualquer material, também as paredes de concreto.

Além disso, o campo magnético da Terra é deformado por veios d'água e irradiações geofísicas, o que provoca constante deficiência de energia magnética no nosso organismo — algo parecido ao astronauta que permanece fora do campo magnético terrestre.

Face a esse número enorme de fatores prejudiciais, não é de se espantar que o nosso organismo fica desequilibrado, adoece e reage com problemas físicos.

Mais de uma década de experiência

Desde 1992, o Instituto para irradiações geofísicas e poluição eletromagnética (IfEE), na Suíça se especializou em análises biológicas da construção civil. Realizaram medições de campos alterados provocados pela poluição eletromagnética e irradiação geofísica por meio de aparelhos de medição — sem furquilha ou pêndulo. Medições físicas têm a grande vantagem de tornar visíveis os campos alterados e fornecer dados confiáveis sobre a sua intensidade.

As medições não abrangem apenas aspectos parciais das interferências possíveis na habitação — nos veios d'água e irradiações geofísicas, campos elétricos, a irradiação de alta freqüência das torres de telefonia celular e radiocomunicação. O importante é detectar todos os campos nocivos originados por poluição eletromagnética e irradiações geofísicas na habitação.

O instituto realiza análises abrangentes das condições ambientais, considerando todas interferências possíveis:

• Medição de campos eletromagnéticos, como linhas de alta tensão e de trens, televisores, computadores, lâmpadas, fios elétricos, aquecedores, etc.;
• Medição de campos de alta freqüência, como antenas celulares, telefones sem fio, etc.;
• Medição de veios subterrâneos de água, anomalias telúricas e todas as demais sobrecargas no campo magnético terrestre.

Além da medição física dos campos nocivos também analisamos tecnicamente a sensibilidade individual. Isso é de grande importância, pois existem pessoas cujas células reagem pouco ou quase nada quando expostas a cargas grandes. Outras reagem de maneira intensa a pequenas cargas, apresentando graves problemas de saúde.

Essa análise abrangente serve de base para a sugestão de melhorias da situação ambiental.

Descrição de um caso prático

Após mais de mil análises o IfEE descreve uma situação comum observada na moradia de um casal com 40 a 50 anos de idade:

• Esposa: exaustão e constante falta de energia; muito cansaço ao levantar-se pela manhã, dores de cabeça constantes;
• Marido: distúrbios do sono, problemas de digestão, distúrbios do ritmo cardíaco;
• Resultado das medições: fortes campos elétricos no local onde dormem, provenientes dos cabos nas paredes. Fortes campos magnéticos provocados por linhas de alta tensão nas proximidades. Superestimulação do campo magnético terrestre;
• Providências: Como não havia possibilidade de mudar a cama de lugar, foi instalada uma proteção dos campos eletromagnéticos e foi regenerado o campo magnético terrestre. Após duas semanas já ocorreu uma nítida redução dos problemas e após três meses as queixas desapareceram.

Fonte: Institut für Erdstrahlen und Elektrosmog, Luzern, Suíça

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A síndrome de Lesch-Nyhan (SLN) ---- A ERA DOS ZUMBIS ESTARÁ CHEGANDO???

Já ouviu falar de uma doença que faz com que as pessoas se canibalizem? Ela existe, infelizmente. A síndrome de Lesch-Nyhan (SLN) é uma condição muito rara causada por um único gene defeituoso no cromossomo X.
Tal como acontece com a hemofilia, mulheres, que têm dois cromossomos X, geralmente são portadoras assintomáticas do gene. Apenas um único caso feminino já foi relatado. Homens sentem os efeitos da doença.
O gene HPRT1 (Xq26) mutado leva a uma deficiência da enzima hipoxantina guanina fosforiboxiltransferase (HGPRT), essencial para o sistema de reciclagem de células vivas.
As células quebram DNA dentro delas por suas partes componentes. Estas peças, por sua vez, também precisam ser quebradas. Duas dessas peças, adenina e guanina, são responsabilidade de HGPRT.
Na ausência de uma enzima que pode quebrá-los corretamente, os compostos se acumulam até que se decompõem em ácido úrico. Ácido úrico irrita a célula e passa para o sangue, causando cristais na urina, também conhecidos como pedras nos rins. Este é um sintoma que ajuda os médicos a diagnosticar uma pessoa com síndrome de Lesch-Nyhan.
Um sintoma ainda mais horrível é um tipo específico de autolesão. Pessoas com a síndrome tendem a morder os lábios, a língua e a mastigar seus dedos. Às vezes, as lesões são apenas desagradáveis e formam cicatrizes, porém, em alguns casos, os pacientes podem realmente mastigar suas línguas e dedos.
O comportamento é tão comum que é considerado característico da síndrome, e deu-lhe o apelido de “síndrome da autocanibalização”. Além da automutilação e das pedras nos rins, retardo mental, comportamento agressivo e artrite gotosa são outros sintomas possíveis da condição.
Os médicos não sabem direito por que essa mutilação ocorre. A explicação mais simples é que o ácido úrico irrita as células, e as pessoas mordem seus tecidos mais sensíveis da mesma maneira que coçam uma picada de mosquito até sangrar.
Outra teoria é que os efeitos do ácido úrico no cérebro em desenvolvimento provoca uma falta de dopamina. Assim, a síndrome de Lesch-Nyhan seria como o “oposto” da doença de Parkinson: enquanto as pessoas com Parkinson não conseguem iniciar as ações que estão pensando em fazer, as pessoas com Lesch-Nyhan não podem se impedir de fazer as coisas que pensam. Se elas pensam em morder a si mesmas, fazem isso, mesmo que não queiram.
Ainda outra teoria diz que quaisquer lesões causam uma grande liberação de dopamina no cérebro de alguém com a síndrome. Em seguida, uma lesão acidental no rosto ou nas mãos traz boas sensações, que fazem com que as pessoas se machuquem mais de propósito.
Provavelmente há um componente psicológico para esse comportamento. Um tratamento possível para os pacientes com a síndrome que se mordem compulsivamente é a remoção completa dos dentes. Infelizmente, isso não impede que eles se arranhem.
A síndrome de Lesch-Nyhan é genética, e as mulheres com histórico da doença na família podem fazer exames para saber se são portadoras da mutação antes de engravidar. A condição afeta aproximadamente um em cada 380.000 nascidos vivos. Não existe nenhuma cura para a doença, apenas controle dos sintomas. 

http://hypescience.com/conheca-a-horrivel-doenca-que-faz-as-pessoas-se-canibalizarem/

domingo, 13 de abril de 2014

Me transcende a ALMA o brilho do PODER.

Que a VIDA me aceite pela GLORIA de dizer :

BOM DIA SOL.

 JOSE VANDERLEI MENEZES.

segunda-feira, 24 de março de 2014

NEM ESQUERDA NEM DIREITA!!!

                                            

"Que esquisito, você não é nem de esquerda nem de direita!".  Essa observação, feita logo após um discurso que proferi, mostrou uma rara perspicácia.  Foi rara porque era extremamente raro ouvir alguém chegando a essa conclusão por conta própria.  E foi perspicaz porque foi acurada.
A maioria das pessoas sempre parece estar à procura de termos simplistas e simplificadores, de generalizações cômodas e convenientes, pois ajudam em seus discursos e definições.  Estes termos servem para substituir definições longas e tediosamente complexas.  No entanto, é essencial ter cuidado ao escolher estes termos, pois é comum que tais simplificações gerem truques semânticos e produzam um desserviço para aqueles que as utilizam.  Receio ser esse o caso dos termos "esquerda" e "direita" quando utilizados por libertários que, como espero demonstrar, não estão nem à esquerda e nem à direita no que concerne ao espectro ideológico aceitável de nossa era.
"Esquerda" e "direita" descrevem, cada uma, posições autoritárias.  A liberdade não possui relação horizontal com o autoritarismo.  A relação do libertarianismo com o autoritarismo é vertical; está muito acima dessa podridão de homens escravizando indivíduos.  Mas vamos começar do início.
Houve uma época em que "esquerda" e "direita" eram denominações apropriadas e nada imprecisas para diferenças ideológicas.  Os primeiros esquerdistas foram um grupo de recém-eleitos representantes para a Assembléia Nacional Constituinte da França, no início da Revolução Francesa, em 1789.  Eles foram rotulados "esquerdistas" simplesmente porque, por acaso, estavam sentados do lado esquerdo da câmara legislativa francesa.
"Os legisladores que estavam assentados do lato direito eram chamados de Partido da Direita, ou Direitistas.  Os Direitistas ou 'reacionários' defendiam um governo nacional altamente centralizado, leis especiais e privilégios para sindicatos e vários outros grupos e classes, monopólios estatais sobre os setores estratégicos e básicos para a vida, e uma continuação dos controles governamentais sobre preços, produção e distribuição." — Dean Russell, The First Leftist [Irvington-on-Hudson, N.Y.: Foundation for Economic Education, 1951], p. 3.
Os esquerdistas da época eram, para todos os propósitos práticos, ideologicamente similares àqueles que hoje podem ser chamados de "libertários".  Já os direitistas representavam o oposto ideológico: estatistas, intervencionistas — em suma, autoritários.  "Esquerda" e "direita" na França, durante o período 1789-90, eram termos que apresentavam, ao mesmo tempo, uma conveniência semântica e um alto grau de acurácia.
Mas aí vieram os autoritários Jacobinos, e o termo "esquerdista" foi rapidamente expropriado por eles, passando a ter um significado oposto.  "Esquerdista" passou a ser sinônimo de igualitarista, sendo depois associado às vertentes do socialismo marxista: comunismo, socialismo, fabianismo.  O que ocorreu, então, com o termo "direitista"?  Onde ele caberia agora, após essa reviravolta semântica do termo "esquerdista"?  Os camaradas de Moscou se encarregaram dessa tarefa, e em proveito próprio: qualquer coisa que não fosse comunista ou socialista foi decretada e propagandeada como "fascista".  Logo, qualquer ideologia que não coubesse integralmente dentro do rótulo comunista (esquerda) passou a ser popularmente denominada de fascista (direita).
Eis a definição de fascismo segundo o dicionário Webster: "Qualquer programa visando à criação de um regime nacional centralizado e autocrático, com políticas severamente nacionalistas e que exerça um intenso programa de arregimentação da indústria, do comércio e das finanças, com rígida censura e enérgica supressão da oposição".
Qual é, na prática, a diferença entre comunismo e fascismo?  Ambos são formas claras de estatismo e autoritarismo.  A única diferença entre o comunismo de Stalin e o fascismo de Mussolini é um insignificante detalhe na estrutura organizacional.  Mas um é "esquerda" e o outro é "direita"!  Sendo assim, onde tudo isso deixa o libertário em um mundo em que os termos foram definidos por Moscou?  O libertário é, na realidade, o oposto do comunista.  No entanto, se o libertário empregar os termos "esquerda" e "direita", ele estará caindo na armadilha semântica de se tornar um "direitista" (fascista) pelo simples fato de não ser um "esquerdista" (comunista).  Isso seria um suicídio semântico para os libertários, um invento artificioso que excluiria automaticamente sua existência.  Ao passo que comunistas e socialistas continuarão utilizando essa definição, há vários motivos para os libertários evitá-la.
Um enorme problema que surgirá caso o libertário opte por utilizar a terminologia esquerda-direita é a grande tentação que tal postura cria para se aplicar a doutrina do meio-termo.  Durante aproximadamente vinte séculos, o homem ocidental aceitou a teoria aristotélica de que a posição sensata é aquela entre quaisquer dois extremos, que hoje é conhecida politicamente como a posição moderada, conciliatória, a terceira-via, ou simplesmente o centro.  Se os libertários utilizarem os termos "esquerda" e "direita", eles estarão se anunciando como sendo de extrema direita pela simples virtude de estarem extremamente distantes em suas crenças do comunismo.  Mas "direita" é um termo que passou a ser exitosamente identificado com o fascismo.  Portanto, cada vez mais pessoas são levadas a crer que a posição sensata seria em algum lugar entre o comunismo e o fascismo, uma vez que ambos significam autoritarismo.
Só que a doutrina do meio-termo não pode ser aplicada indiscriminadamente.  Por exemplo, ela é sensata o bastante quando se está decidindo entre, de um lado, o jejum total e, do outro, a gulodice.  Mas ela é evidentemente insensata quando se quer decidir entre não roubar nada ou roubar $1.000.  O meio-termo recomendaria roubar $500.  Logo, o meio-termo não é mais sensato ou racional quando aplicado para comunismo e fascismo (dois rótulos para o mesmo autoritarismo) do que quando aplicado para dois tipos de roubo.  O libertário não pode querer nada com "esquerda" ou "direita" simplesmente porque ele desdenha qualquer forma de autoritarismo — o uso do aparato estatal para tolher e controlar a criatividade e o empreendedorismo do indivíduo. 
Para ele, comunismo, fascismo, nazismo, fabianismo, assistencialismo — todos formas de igualitarismo — cabem na descrição definitiva que Platão, talvez cinicamente, nos forneceu séculos antes de qualquer um desses sistemas coercivos terem se desenvolvido:
 O maior de todos os princípios é o de que ninguém, homem ou mulher, deve prescindir de um líder. Nem deverá a mente de um indivíduo habituar-se a deixá-lo fazer qualquer coisa nem por iniciativa própria, nem por zelo, nem mesmo por prazer. Tanto na guerra quanto na paz, a seu líder ele deve direcionar seus olhos e segui-lo fielmente.  E mesmo nos assuntos mais ínfimos ele deve se sujeitar a alguma liderança. Por exemplo, ele deve se levantar, se mover, se lavar ou se alimentar . . . somente se tiver recebido ordens para tal . . . Em suma, ele deverá ensinar sua alma, por meio do hábito e da prática reiterada, a nunca sonhar agir de forma independente.  Com efeito, deve ensiná-la a se tornar totalmente incapaz disso.
Pairando sobre a degradação
Os libertários rejeitam esse princípio e, ao fazê-lo, não se colocam nem à direita e nem à esquerda dos autoritários.  Eles, assim como os espíritos humanos que libertariam, ascendem — estão acima — sobre esta degradação. Sua posição no espectro ideológico, se fossemos usar analogias direcionais, seria acima — como um vapor que se separa do esterco e sobe a uma atmosfera saudável.  Se a idéia de extremismo for aplicada a um libertário, que seja baseada em quão extrema é a sua oposição às crenças e tentações autoritárias.
Estabeleça este conceito de emersão, de libertação — o qual é o próprio significado do libertarianismo —, e o significado da doutrina do meio-termo passará a ser inaplicável, pois não é possível haver uma posição de meio caminho entre o zero e o infinito.  E é absurdo sugerir que possa haver.
Qual termo simples os libertários deveriam aplicar para se distinguirem das variedades de "esquerdistas" e "direitistas"?  Não consegui inventar nenhum, mas até que eu consiga, contento-me em dizer que "sou libertário", e estou disposto a explicar a definição do termo a qualquer pessoa que procure significados em vez de rótulos.


http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1466

sexta-feira, 7 de março de 2014

UMA MAFIOCRACIA DOMINA O PLANETA



Em matéria passada eu explicava que MÁFIA é um termo mundialmente utilizado que se refere a um tipo especial de crime organizado. Originado na Itália meridional, atualmente o termo é também usado para identificar, tanto simples grupos de criminosos organizados, como associações de indivíduos que empregam métodos ilícitos ou ilegais em seus negócios ou postos de trabalho. A máfia pode ser, tanto um grupo social, ou um poder. Por mafiocracia, se entende, então, o sistema em que se sustentam, se organizam e se administram as práticas de certos grupos delituosos.
A mafiocracia possui sua racionalidade e um código de ética particular, que são sustentados pelas vertentes mais negativas da ideologia capitalista: uma, representada pelo setor de capitalistas, cuja motivação central de vida é a avareza; estes podem ser empreendedores ou conservadores, porém, todos são individualistas; têm um tipo de comportamento de orientação acumulativa; gostam de se apropriar de riquezas através do trabalho alheio e da usura. Alguns ligam esta motivação a idéias religiosas do protestantismo e do judaísmo.
A outra vertente é representada por indivíduos conduzidos por uma ambição desmedida de enriquecimento fácil e rápido; como todos os capitalistas, fundamentam sua conduta na chamada ética dos interesses materiais; sua orientação, por princípio, é improdutiva e de exploração; usam qualquer meio possível para conseguirem seu bem-estar particular. Neste setor, se encontram, misturados, yuppies impacientes das áreas financeiras e bancárias, comerciantes desonestos, lobistas e gestores corruptos, como também funcionários corrompidos dos setores públicos e privados, ao lado de outros costumeiros delinquentes.
A mafiocracia é um sistema de organizações criminosas que, qual uma hera daninha, aproveita-se das debilidades de todos os sistemas humanos, infiltrando-se neles de forma aberta ou sub-repticiamente. É, por conseguinte, um sistema parasitário. Como outros grupos com interesses particulares, as máfias acham, nos procedimentos informais, as vias e meios para penetrarem em empresas, ministérios etc., obtendo, assim, vantagens e benefícios. Estes meios informais são propícios para o tráfico de influência e para outras ações patológicas que afetam o funcionamento das organizações, especialmente do setor público; o que não significa que a área privada fique imune a tais males.
Contudo, as máfias, não só se valem de alguns meios informais para controlar e obter vantagens nas organizações em que conseguem penetrar, mas também construíram verdadeiras corporações para a realização de seus ignóbeis propósitos. De tal maneira, que tais associações criminosas alcançaram enorme poder e enorme difusão nos mais diversos campos da atividade humana, em todo o mundo: no sistema financeiro e bancário; em áreas de seguros; bolsas de valores; setor imobiliário e de movimento cambial, assim como no sistema econômico de empresas estatais e privadas; sindicatos; estrutura judicial, policial e penitenciária; sistema alfandegário e portuário; sistema de saúde e hospitalar, incluindo nisso tudo a produção e o tráfico de armas e drogas; o contrabando de bens e pessoas, sem falar de tantas outras áreas sob controle destas organizações delituosas.
Certa literatura tem pretendido atribuir as práticas de delitos nacionais e internacionais exclusivamente às máfias dos chamados “Estados falidos”, localizados, é claro, em regiões subdesenvolvidas do chamado Terceiro Mundo. Para esta literatura, se existe alguma conexão delituosa entre as regiões do Sul atrasado e o Norte desenvolvido (como, por exemplo, as que ocorrem entre os produtores de drogas colombianos, traficantes mexicanos e grandes distribuidores e consumidores estadunidenses, ou como a que há na extração e tráfico ilegal de pedras preciosas, ou de minerais de grande valor e madeiras nobres, entre máfias africanas e talhadores europeus e judeus), os países desenvolvidos são as vítimas desta relação. Os países atrasados ficam como réus.
É certo que existem máfias em todos os países, não apenas organizadas para atividades com drogas e minerais valiosos e escassos, mas que também praticam grandes fraudes financeiras e econômicas que tanto atingem os estados como os cidadãos. Vale lembrar, por exemplo, a máfia de políticos e funcionários corruptos que, na ex-URSS, se apoderou de bens e matérias-primas, colocando-as no “mercado negro”, sabotando a economia, quando se desmontava a burocracia soviética. Outra, que operou, não faz muito tempo, na Venezuela, em torno de fraudes bancárias, agindo no campo imobiliário e com tráfico de bônus e de dólares, que influenciou sobre o índice inflacionário do país. Há, ainda, máfias de funcionários públicos e operadores sindicais nas indústrias nacionais de ferro, alumínio e da construção.
Entretanto, indubitavelmente, as máfias mais poderosas se encontram nos países desenvolvidos. São elas, em verdade, as grandes financistas, as que ditam suas próprias pautas e controlam os grandes mercados.
Por acaso, não são verdadeiras máfias as associações financeiras e bancárias, e a militar-industrial norte-americana, que atualmente governam a economia global? Se alguém tem alguma dúvida a respeito disso, vale a pena ler, como uma simples amostra, o artigo de Matt Taibbi, na revista Rolling Stone, em que conta a história e revela o papel do banco de investimentos, Goldman Sachs, na crise econômica mundial e, praticamente, em todas as bolhas financeiras das últimas décadas. Taibbi culpa os Goldmanites de aurífagos, famélicos e ferozes alquimistas do dinheiro do povo; manipuladores, junto ao governo, das regulamentações financeiras e dos mercados de valores, em benefício próprio. Além de se favorecerem do resgate financeiro, que é orquestrado por seus ex-diretores, transformados em funcionários do governo.
A lista de ex-diretores do Goldman Sachs, nas altas posições do governo dos Estados Unidos, é escandalosa; é como se o Goldman Sachs fosse a ante-sala das secretarias de finanças do governo, afirma Taibbi. Por exemplo, o último secretário do Tesouro de George W.Bush, o ex-CEO do Goldman, Henry Paulson, foi o arquiteto do plano de resgate, um suspeito plano de auto-serviço para a canalização de bilhões de dólares para seus velhos amigos, em Wall Street. Robert Rubin, ex-secretário do Tesouro de Bill Clinton, passou 26 anos no Goldman, antes de se tornar presidente do Citigroup, que – por sua vez – tem um resgate de 300 bilhões de dólares dos contribuintes, outorgado por Paulson. Entre outros, há John Thain, o detestável chefe do Merril Lynch, que comprou para seu Escritório um tapete de US$ 87.000, enquanto sua empresa estava implodindo. Antigo banqueiro do Goldman, Thain aproveitou-se de uma mãozinha de muitos bilhões de dólares, dada por Paulson, que usou bilhões, dos fundos dos contribuintes, para ajudar o Bank of America a salvar a pobre empresa de Thain. Os diretores dos bancos nacionais do Canadá e da Itália são ex-alunos de Goldman, como também o são o chefe do Banco Mundial, o chefe da Bolsa de Nova Iorque e, também, os últimos chefes do Federal Reserve Bank of New York.
Todavia, a análise de Taibbi ainda pode ser considerada como um tanto incompleta, visto que, acima desses funcionários mafiosos, se encontram os “capi di tutti i capi”. César Aching Guzmán identifica estes “poderosos dos poderosos”, nas seguintes famílias mafiosas:
1-Família Rothschild (Londres, Berlim e Israel)
2-Família Rockefeller (EUA e Israel)
3-Família Morgan (Inglaterra)
4-Família Warburg (Alemanha)
5-Família Lazard (França)
6-Família Mosés Israel Seif (Itália e Israel)
7-Família Kuhn, Loeb (Alemanha e EUA)
8-Família Lehman Brothers (EUA)
9-Família Goldman Sachs (EUA)
Segundo Aching Guzmán, “estas mega-ricas famílias e seus descendentes são intocáveis pela lei, e isentas de impostos por toda a vida. Cada vez que fazem a tal “salvação econômica”, na realidade COMPRAM os bancos e as financeiras do mundo, apropriando-se pouco a pouco do país que “salvam”… Eles seriam os chefes das máfias que controlam o Planeta, donos de bancos criadores dos grandes cassinos de especulação e dos paraísos financeiros; são os donos das grandes corporações da indústria militar, das grandes mineradoras, petroleiras… São os que organizam ações terroristas, fomentam guerras e invasões, ou seja, são os responsáveis diretos pela miséria, desolação e morte em que vivem bilhões de seres humanos; são os que puseram o Planeta e nossa espécie à beira da extinção.
Augusto N. Lapp

terça-feira, 12 de novembro de 2013

                                                       Assim caminha a humanidade


serei, serás... algo anormal, mornamente normal, então pegamos nossa "normalidade" e colocamos em nossas vidas e vivemos como viventes alienados, babando sobre marcas  e querendo coisas fúteis e inúteis, seres humanos humanoides desumanos com suas futilidades toscas, seus egos super inflados, vagando pelo meio da sociedade, contaminando pessoas que ainda não se venderam .....e os "istas" gritam... e  mostram as mais variadas possibilidades de salvação mundial, com suas mutações políticas..., sua gana pelo poder... com suas fórmulas mágicas para a aquisição de uma nova consciência.. e já tem o preço certo para colocar a venda...  e assim caminhamos, para o precipício... é inevitável, estamos a beira de um caos, e esse caos é necessário, infelizmente a humanidade só aprende pela dor, nunca pelo amor, então peço que o caos mundial chegue logo e termine com a tortura que é...  ESPERAR UM MUNDO MELHOR....

Leandro Bremm

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

9 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE SEU CÉREBRO

 
O cérebro é uma das partes mais incríveis do corpo humano. Ele se torna ainda mais impressionante quando funciona de uma maneira diferente da que esperamos. A ciência da psicologia frequentemente acerta sobre o funcionamento da mente humana, mas a Neurologia apresentou algumas surpresas interessantes nas últimas
décadas:

1) 7 é o máximo de ítens para a memória de curta duração.


O cérebro possui três mecanismos de memória: Sensório, Longa Duração e Curta Duração. a memória de Longa Duração, funciona como um disco rígido de um computador. Da mesma forma, poderíamos dizer que a memória de Curta Duração se aproxima da memória RAM. Esta memória de curta duração é capaz de armazenar de cinco a nove itens, sendo sete a média humana.

Aplicabilidade: Não perca tempo memorizando grandes listas Armazenar informação exige portanto o compactamento em aproximadamente sete unidades ou guardá-lo
na memória de Longa Duração.

2) Verde Lima é a cor mais visível.


O Verde Lima esta localizado exatamente no meio do espectro solar visível pelos olhos humanos, mais precisamente entre o verde e o amarelo. Nosso sistema nervoso possui receptores independentes para o verde, o vermelho e o azul e o Verde Lima aciona os três receptores ao mesmo tempo tornando-se a cor mais perceptível de todas.

Aplicabilidade: Use Verde Lima quando quiser destacar algo. Por esta razão esta é a cor ideal para veículos e profissionais do transito das grandes metrópoles.

3) Seu Subconsciente é mais esperto do que você


Seu Subconsciente é mais esperto do que você. Em outras palavras, ele é mais poderoso do que os processos conscientes. Em um estudo recente, um quadrado era colocado em uma tela seguindo um complexo padrão. Depois de um tempo logo as pessoas começaram a melhorar o resultado ao tentar descobrir onde o quadrado iria aparecer em seguida. Quando indagados para conscientemente explicar o padrão, mesmo de pois de horas, ninguém conseguiu.

Aplicabilidade: Confie mais nos seus "instintos"

4) Sinestesia é para todos


A mistura de sentidos não é exclusividade de pessoas que usam LSD, todo ser humano possui algum grau de sinestesia. Em um experimento psicológico Wolfgang Köhler pediu que entrevistados descobrissem o nome de duas figuras, uma chamada Buba, e outra Kiki. O interessante é que o experimento resultou em 98% de acertos. A sensação é tão imediata que não vamos nem colocar os nomes na ilustração abaixo:



Aplicabilidade: Use o fator sinestésico para aprimorar a memória e o aprendizado.

5) O cérebro humano não é bom com probabilidades


Sua professora do colégio já deve ter lhe provado isso. Mas recentemente foi descoberto que o cérebro humano é naturalmente propenso a cometer alguns erros
básicos de probabilidade. Em um estudo foi proposto o seguinte problema:

Jessica é uma mulher solteira de 31 anos, cândida e promissora profissionalmente. Graduada em filosofia. Enquanto estudante engajou-se em militância social e participou de passeatas contra o descontrole da energia nuclear.

Ranqueie as seguintes da mais para a menos provável:

1. Jessica é hoje uma professora do ensino fundamental.
2. Jessica trabalha em uma livraria e faz aulas de yoga.
3. Jessica é uma ativista do movimento feminista.
4. Jessica é assistente social.
5. Jessica é membra ativa de um partido político.
6. Jessica trabalha num banco.
7. Jessica é vendedora de uma agência de seguros.
8. Jessica trabalha no banco e é uma ativista do movimento feminista.

Aproximadamente 90% das pessoas afirmaram que 8 é mais provável que 6. Muito embora 8 (trabalhar no banco e ser uma ativista do movimento feminista) inclua inteiramente a possibilidade de 6 (trabalhar num banco). O cérebro humano acredita que mais detalhes fazem um evento tornar-se mais provável, e não menos.

Aplicabilidade: Lembre-se sempre que quanto mais detalhes menos provável é um evento.

6) Memórias são manipuláveis.


Pesquisas revelaram que as pessoas muito facilmente falham ao lembrar do passado. Não se trata apenas de esquecer do passado, mas de lembrar de coisas que nunca aconteceram. Por este motivo, terapias de "memórias reprimidas" entraram em desuso entre profissionais sérios, caindo na mesma leva das "memórias das vidas passadas". Em um ambiente controlado como o de um consultório psiquiátrico é extremamente fácil sugerir coisas que nunca de fato existiram.

Aplicabilidade: Não teime com algo só porque você lembra bem do que aconteceu.

7) Rcnecciemhento de plaarvas plea fomra


Vcoê csnoseuge ler etse txteo com um pcoua dcifuaidlde. As lertas etsão emlbaarhaads e anepas são madnitas a pimerira e a utlmia ltrea de cdaa plaarva. Isso actocnee pouqrue qnaudo se etsá aoscumtado com a lngíua naivta, o crbeero não lê ltrea a lrtea, mas a plaarva cmoo um tdoo.

Apicliilbaadde: É dietrvido, prcseia mais?

8 ) A Memória de longa Duração é desligada durante o sono


Os componentes cerebrais responsáveis pela memória de longa duração são desligados durante as horas de sono. Por esta razão os sonhos são rapidamente esquecidos se não relembrados nos primeiros momentos do despertar. Apesar do ser humano ter vários sonhos durante o repouso eles dificilmente são lembrados. Normalmente apenas fragmentos ainda na memória de curta duração sobrevivem.

Aplicabilidade: Se quiser lembrar de seus sonhos, anote-os ao acordar.

9) O cérebro possui um excelente mecanismo de playback


A chamada memória sensória é o equivalente neural dos mecanismos de playback. Funciona tanto para a visão como para a audição. Seu tálamo re-envia os últimos segundos de tudo o que é originalmente captado pelos sentidos e processado pelo cérebro. Suponha que esteja acontecendo uma festa e alguém diz algo chamando o seu nome. Geralmente você pode recuperar o que foi dito mesmo se estivesse no momento se concentrando em outra conversa. Se perdêssemos este recurso neural atividades multitarefas seriam impraticáveis.

Aplicabilidade: Você não precisa repetir algo porque acha que a pessoa não ouviu. Basta aguardar alguns segundos que o cérebro dela faz isso sozinho