sexta-feira, 23 de maio de 2014

O QUE É "ELETROMAGNETISMO ESCALAR"?

O QUE É "ELETROMAGNETISMO ESCALAR"?

Por Rick Andersen, 3/7/97
EM escalar é a obra do tenente-coronel (reformado) Thomas E. Bearden, um especialista em sistemas e em jogos de guerra que vem advogando uma nova visão do eletromagnetismo, a qual se baseia na noção de um vasto e invisível fundo de energias escalares (em oposição às energias vetoriais) que sustenta toda a realidade física. Aquilo com o que os engenheiros elétricos trabalham hoje em dia, afirma Bearden, é um subconjunto de uma mais alta topologia EM. Bearden afirma que as quatro "equações de Maxwell" ensinadas hoje na engenharia elétrica são realmente um subconjunto super simplificado do trabalho original de Maxwell. A simplificação foi feita por Oliver Heaviside no final do século 19; Heaviside tomou as equações originais de Maxwell, escritas em quatérnios de Hamilton (relacionados ao que hoje em dia são chamados spinors), e "simplificou-as", saltando a parte escalar dos números complexos, deixando intato a parte de vetores, mais fácil de trabalhar – o que os engenheiros de rádio adoraram. Afinal de contas, toda a indústria eletrônica que conhecemos cresceu das tecnologias de rádio/telefone do início do século. Quem pode argüir que a abordagem por "vetores" é inadequada?
Bem, Bearden diz que quando Heaviside lançou fora a parte escalar da equação EM quaterniônica, ele sem querer lançou fora a possibilidade de unificação da gravitação com o eletromagnetismo – que tem sido o santo Graal para os cientistas, que desde Einstein têm lutado com o problema. Isto porque a parte escalar do quatérnio, de acordo com Bearden, era a parte que capturava ou modelava a "tensão no éter" – o que conduz à curvatura/dobramento do espaço-tempo a la Einstein [sic]. Tom Bearden diz que nós PODEMOS unificar a gravidade com o EM e convertê-los entre si, se compreendermos como os vetores e os escalares relacionam-se uns com os outros, e o que são suas ramificações.
Campos de vetores podem evidentemente ser montados pela interferência correta dos potenciais escalares (predito em 1903-4 pelo matemático E.T. Whittaker, e provavelmente construído pelos soviéticos).
De modo inverso, campos escalares podem ser criados pela interferência destrutiva dos campos de vetores, em um meio não linear. A variação ritmada dos componentes do vetor produz o que Bearden chama de "ondas escalares". Estas ondulações no espaço-tempo, acredita-se, induzem uma tensão [stress] ondulatória no "éter"; isto, por sua vez, leva a engendrar a estrutura do puro espaço e/ou massa em uma área localizada – em outras palavras, implementando a Relatividade Geral (curvatura do espaço-tempo) na bancada do laboratório!
Tom Bearden tinha, em vários de seus livros publicados nos anos 80, proclamado que a antiga União Soviética havia criado um fantástico arsenal de armamento de efeito mental [mind-bending] baseado nesta tecnologia escalar, que eles chamaram "energética" e que Bearden afirma que foi desenvolvida a partir de certas idéias descartadas originadas por Nikola Tesla. Agora que a Guerra Fria aparentemente acabou, não estamos certos de como Bearden vê suas antigas afirmações, mas notamos que ele tem tirado sua atenção das armas escalares soviéticas, e indo em direção à produção de "energia livre" do vácuo do espaço, usando os princípios da conjugação de fase ótica [optical phase conjugation], mas de um modo mais generalizado.
Aqui está o ponto:
Se Bearden está correto em sua teoria EM escalar, então podemos construir dispositivos com os quais podemos alterar a gravidade, o tempo, a inércia, a a massa aparente de um objeto. Isto, é claro, tem enormes aplicações na área militar, propulsão de veículos espaciais, viagem no tempo, teletransporte, fenômenos paranormais, e quase qualquer outra área que possamos imaginar.
A grande pergunta é, o século 21 verá a aceitação, desenvolvimento e implementação das idéias de Bearden (no domínio público, lembre-se), ou estará a [teoria] EM escalar destinada a desaparecer?....
Alguns governos do mundo terão estes dispositivos AGORA?... Bearden diz que no mínimo três outras nações, não hostis aos EUA, agora possuem a tecnologia escalar.
Precisamos construir alguma coisa... Hei, alguém não usou um forte campo eletromagnético para levitar um sapo, recentemente?... Eu me pergunto, quão longe estamos de uma real Nave Flutuante?

Algumas curiosidades sobre os Bush

LAÇOS DE FAMÍLIA
Por Frei Betto

Prescott Bush integrava, em 1918, a associação estudantil Skull & Bones (Crânio e Osso). Desafiado pelos colegas, invadiu um cemitério apache e roubou o escalpo do lendário cacique Jerônimo.

Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, Prescott Bush, sócio de uma companhia de petróleo do Texas, recebeu punição do governo dos EUA por negociar combustível com a empresa nazista Luftwaffe. O tribunal admitiu que ele violara o Trading with Enemy Act.

Esperto, após a guerra, Prescott aproximou-se dos homens do poder, de modo a usufruir de imunidade e impunidade. Tornou-se íntimo dos irmãos Allen e John Foster Dulles. Este último comandava a CIA por ocasião do assassinato de John Kennedy, em 1963. Convenceu o velho Bush a fazer um gesto magnânimo e devolver aos apaches o escalpo de Jerônimo. Bush o atendeu, mas não tardou para os indígenas descobrirem que a relíquia restituída era falsa...

A amizade com Dulles garantiu ao filho mais velho de Prescott, George H. Bush, executivo da indústria petrolífera, o emprego de agente da CIA. George destacou- se a ponto de, em 1961, coordenar a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, para derrubar o regime implantado pela guerrilha de Sierra Maestra.

Fiel às suas raízes texanas, George batizou as embarcações que conduziram os mercenários até a ilha de Fidel de Zapata (nome de sua empresa petrolífera), Bárbara (sua mulher) e Houston. A invasão fracassou, 1.500 mercenários foram presos e, mais tarde, liberados em troca de US$ 10 milhões em alimentos e remédios para crianças. (Malgrado a derrota, George H. Bush tornou-se diretor da CIA em 1976).

Triste com o mau desempenho de seu primogênito como 007, Prescott Bush consolava-se com o êxito dele nos negócios de petróleo. E aplaudiu a amplitude de visão do filho quando George, em meados dos anos 60, tornou-se amigo de um empreiteiro árabe que viajava com freqüência ao Texas, introduzindo-se aos poucos na sociedade local: Muhammad Bin Laden. Em 1968, ao sobrevoar os poços de petróleo de Bush, Bin Laden morreu em acidente aéreo no Texas. Os laços de família, no entanto, estavam criados.

George Bush não pranteou a morte do amigo. Andava mais preocupado com as dificuldades escolares de seu filho George W. Bush, que só obtinha média C. A guerra do Vietnã acirrou-se e, para evitar que o filho fosse convocado, George tratou de alistá-lo na força aérea da Guarda Nacional. A bebida, entretanto, impediu que o neto de Prescott se tornasse um bom piloto.

Papai George incentivou-o, então, a fundar, em meados dos anos 70, sua própria empresa petrolífera, a Arbusto (bush, em inglês) Energy. Gracas aos contatos internacionais que o pai mantinha desde os tempos da CIA, George filho buscou os investimentos de Khaled Bin Mafouz e Salem Bin Laden, o mais velho dos 52 filhos gerados pelo falecido Muhammad. Mafouz era banqueiro da família real saudita e casara com uma das irmãs de Salem. Esses vínculos familiares permitiram que Mafouz se tornasse o presidente da Blessed Relief, a ONG árabe na qual trabalhava um dos irmãos de Salem, Osama Bin Laden.

A Arbusto pediu concordata e renasceu com o nome de Bush Exploration e, mais tarde, Spectrum 7. Tais mudanças foram suficientes para impedir que a bancarrota ameaçasse o jovem George W. Bush. Salem Bin Laden, fiel aos laços de família, veio em socorro do amigo, comprando US$ 600 mil em ações da Herken Energy, que assumiu o controle da Spectrum 7. E firmou um contrato de importação de petróleo no valor de US$ 120 mil anuais. As coisas melhoraram para o neto do velho Prescott, que logo embolsou US$ 1 milhão e obteve um contrato com o emirado de Bahrein, que deixou a Esso morrendo de inveja.

Em dezembro de 1979, George H. Bush viajou a Paris para um encontro entre republicanos e partidários moderados de Khomeini, no qual trataram da libertação dos 64 reféns estadunidenses seqüestrados, em novembro, na embaixada dos EUA, em Teerã. Buscava-se evitar que o presidente Jimmy Carter se valesse do episódio, a ponto de prejudicar as pretensões presidenciais de Ronald Reagan. Papai George fez o percurso até a capital francesa a bordo do jatinho de Salem Bin Laden, que lhe facilitava o contato com o mundo islâmico. (Em 1988, Salem faleceu, como o pai, num desastre de avião).

Naquele mesmo ano, os soviéticos invadiram o Afeganistão. Papai George, que coordenava operações da CIA, recorreu a Osama, um dos irmãos de Salem, que aceitou infiltrar-se no Afeganistão para, monitorado pela Agência de Inteligência, fortalecer a resistência afegã contra os invasores comunistas.

Os dados acima são do analista italiano Francesco Piccioni. Mais detalhes no livro A fortunate son: George W. Bush and the making of na American President, de Steve Hatfield. Tão sintomática quanto a atual censura consentida à mídia nos EUA, é a omissão na imprensa da história de como a CIA criou o general Noriega, do Panamá; Saddam Hussein, do Iraque; e Osama Bin Laden, do circuito Arábia Saudita/Afeganistão.

Agora, o neto de Prescott Bush demonstra sua fidelidade à índole do avô: invade o Afeganistão para obter, ainda que a custo do sacrifício da população civil, o escalpe de Osama Bin Laden.


Osama Bin Laden é formado em administração e economia pela King Abdul Aziz University, da Arábia Saudita. Após a morte do pai em 1968, em desastre de avião sobre os campos de petróleo da família Bush, no Texas, Osama, então com 11 anos, ficou sob a tutela do príncipe Turki al-Faisal al-Saud, que dirigiu os serviços de inteligência saudita de 1977 a agosto deste ano.

Em 1979, a pedido de George Bush, o pai, então diretor da CIA, o tutor incumbiu Osama, já com 23 anos, de transferir-se para o Afeganistão e administrar os recursos financeiros destinados às operações secretas da agência contra a invasão soviética àquele país. Preocupado com a ofensiva de Moscou, o governo dos EUA havia liberado a mais alta soma que a CIA recebeu, em toda a sua história, para atuar em um só país: US$ 2 bilhões.

Em 1994, quando já se tornara o inimigo público número 1 dos EUA e perdera a nacionalidade saudita, Osama Bin Laden herdou cerca de US$300 milhões. Era o que lhe correspondia no Saudi Bin Laden Group (SBG), a holding mais importante da Arábia Saudita, que controla imobiliárias, construtoras, editoras e empresas de telecomunicações. Presidida por Bakr Bin Laden, irmão de Osama, o SBG criou, na Suíça, uma empresa de investimentos, a Sico (Saudi Investment Company).

O SBG tem participação na General Electric, na Nortel Networks e na Cadbury Schweppes. Suas finanças são administradas pelo Carlyle Group, dos EUA. Além de deter o monopólio da construção civil em Medina e Meca, lugares santos mulçumanos, o SBG ganhou a maioria das licitações para a construção de bases militares americanas na Arábia Saudita e a reconstrução do Kuwait depois da guerra do Golfo.

Os negócios da família Bin Laden são administrados também por um cunhado de Osama, o xeque Khaled Salim Ben Mafhuz, dono da 251a. fortuna do mundo, avaliada em US$1,9 bilhão, segundo a revista Forbes. Seu pai fundou o principal banco saudita, o National Comercial Bank, sócio da Sico em diversas empresas.

Khaled Ben Mafhuz, presidente da ONG saudita Blessed Relief, na qual Osama trabalhava, investiu, nos anos 70, na companhia de petróleo de George W. Bush, a Arbusto Energy. Possui uma mansão em Houston e, graças à sua amizade com a família Bush, comprou uma área do aeroporto local para uso pessoal. (Logo após os atentados, cerca de 150 Bin Laden residentes nos EUA foram reunidos naquele aeroporto, a pedido da coroa saudita, e levados, por segurança, para o país de origem).

Respeitado nos meios financeiros internacionais, Mafhuz esteve envolvido no maior escândalo bancário dos anos 90, a quebra do BCCI (Bank of Credit and Commerce Internacional). Através do BCCI, Mafhuz comprou 11,5% das ações da Harken Energy Co., empresa petrolífera dirigida por George W. Bush. Com a quebra do banco, a maioria dos clientes passou ao Carlyle Group, fundo de investimentos criado em 1987, quatro anos antes da falência do BCCI, e que hoje controla cerca de US$ 12 bilhões.

O Carlyle Group é presidido por Frank Carlucci, ex-diretor-adjunto da CIA e ex-secretário de Defesa dos EUA. Um de seus principais assessores é James Baker, ex-chefe de gabinete do presidente Reagan e ex-secretário de Estado do presidente Geoge Bush, o pai. É o Carlyle Group que administra a maior parte dos fundos do SBG, a holding dos Bin Laden, e entre seus consultores figuram George Bush pai e John Major, ex-primeiro-ministro da Inglaterra.

Quando o presidente George W. Bush, após 11 de setembro, enquadrou, como crime anexo ao terrorismo o "aproveitamento ilícito de informações privilegiadas", ele sabia do que estava falando. Tudo indica que, graças a essas informações, Osama Bin Laden montou a sua rede terrorista mundo afora, movimentando recursos através de paraísos fiscais. Informações que, em boa parte, podem ter vindo dos Bush, graças aos vínculos entre as duas famílias.

Talvez Freud pudesse explicar um detalhe das armas escolhidas pelos terroristas de 11 de setembro: aviões. O pai e o irmão mais velho de Osama Bin Laden morreram em acidentes aéreos, ambos nos EUA.

Poluição Eletromagnética (Eletrosmog) e Irradiações Geofísicas: Os Riscos Invisíveis Para a Saúde

Poluição Eletromagnética (Eletrosmog) e Irradiações Geofísicas:
Os Riscos Invisíveis Para a Saúde

Mesmo tomando todos os cuidados possíveis, você sofre de problemas como insônia, cansaço, dor de cabeça ou nas costas, alergia, distúrbiosgastrintestinais, reumatismo, problemas pulmonares, depressão, falta de energia, fraqueza imunológica, distúrbios hormonais e do metabolismo, nervosismo, problemas cardíacos,  falta de concentração...

Nesse caso é bem possível que seus sintomas estejam relacionados com uma exposição a poluição eletromagnética e irradiações geofísicas.

Como o ser humano adoece

O ser humano é de natureza eletromagnética — em frações de segundos leves correntes biológicas conduzem as funções do nosso corpo e das células:

• O cérebro e o sistema nervoso central são estimulados por mínimas correntes elétricas;
• O coração é um gerador de campo magnético, cujas correntes podem ser registradas através de eletrocardiograma em qualquer adulto;
• O metabolismo, o sistema imunológico e as funções hormonais são monitoradas pelo campo magnético terrestre.

Esse equilíbrio eletromagnético do organismo é continuamente perturbado por irradiações artificiais milhões de vezes mais intensas. Inúmeras torres de retransmissão produzem um ‘manto’ de irradiação permanente. Todos os cabos elétricos geram campos elétricos. Geralmente desconhecemos o caminho que esses fios percorrem dentro das paredes, podendo influenciar fortemente em nossos órgãos eletro-sensíveis. As linhas de alta tensão,  dos trens e ônibus elétricos, os televisores, lâmpadas, radio-despertadores, fogões elétricos, etc... geram campos magnéticos que atravessam praticamente qualquer material, também as paredes de concreto.

Além disso, o campo magnético da Terra é deformado por veios d'água e irradiações geofísicas, o que provoca constante deficiência de energia magnética no nosso organismo — algo parecido ao astronauta que permanece fora do campo magnético terrestre.

Face a esse número enorme de fatores prejudiciais, não é de se espantar que o nosso organismo fica desequilibrado, adoece e reage com problemas físicos.

Mais de uma década de experiência

Desde 1992, o Instituto para irradiações geofísicas e poluição eletromagnética (IfEE), na Suíça se especializou em análises biológicas da construção civil. Realizaram medições de campos alterados provocados pela poluição eletromagnética e irradiação geofísica por meio de aparelhos de medição — sem furquilha ou pêndulo. Medições físicas têm a grande vantagem de tornar visíveis os campos alterados e fornecer dados confiáveis sobre a sua intensidade.

As medições não abrangem apenas aspectos parciais das interferências possíveis na habitação — nos veios d'água e irradiações geofísicas, campos elétricos, a irradiação de alta freqüência das torres de telefonia celular e radiocomunicação. O importante é detectar todos os campos nocivos originados por poluição eletromagnética e irradiações geofísicas na habitação.

O instituto realiza análises abrangentes das condições ambientais, considerando todas interferências possíveis:

• Medição de campos eletromagnéticos, como linhas de alta tensão e de trens, televisores, computadores, lâmpadas, fios elétricos, aquecedores, etc.;
• Medição de campos de alta freqüência, como antenas celulares, telefones sem fio, etc.;
• Medição de veios subterrâneos de água, anomalias telúricas e todas as demais sobrecargas no campo magnético terrestre.

Além da medição física dos campos nocivos também analisamos tecnicamente a sensibilidade individual. Isso é de grande importância, pois existem pessoas cujas células reagem pouco ou quase nada quando expostas a cargas grandes. Outras reagem de maneira intensa a pequenas cargas, apresentando graves problemas de saúde.

Essa análise abrangente serve de base para a sugestão de melhorias da situação ambiental.

Descrição de um caso prático

Após mais de mil análises o IfEE descreve uma situação comum observada na moradia de um casal com 40 a 50 anos de idade:

• Esposa: exaustão e constante falta de energia; muito cansaço ao levantar-se pela manhã, dores de cabeça constantes;
• Marido: distúrbios do sono, problemas de digestão, distúrbios do ritmo cardíaco;
• Resultado das medições: fortes campos elétricos no local onde dormem, provenientes dos cabos nas paredes. Fortes campos magnéticos provocados por linhas de alta tensão nas proximidades. Superestimulação do campo magnético terrestre;
• Providências: Como não havia possibilidade de mudar a cama de lugar, foi instalada uma proteção dos campos eletromagnéticos e foi regenerado o campo magnético terrestre. Após duas semanas já ocorreu uma nítida redução dos problemas e após três meses as queixas desapareceram.

Fonte: Institut für Erdstrahlen und Elektrosmog, Luzern, Suíça

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A síndrome de Lesch-Nyhan (SLN) ---- A ERA DOS ZUMBIS ESTARÁ CHEGANDO???

Já ouviu falar de uma doença que faz com que as pessoas se canibalizem? Ela existe, infelizmente. A síndrome de Lesch-Nyhan (SLN) é uma condição muito rara causada por um único gene defeituoso no cromossomo X.
Tal como acontece com a hemofilia, mulheres, que têm dois cromossomos X, geralmente são portadoras assintomáticas do gene. Apenas um único caso feminino já foi relatado. Homens sentem os efeitos da doença.
O gene HPRT1 (Xq26) mutado leva a uma deficiência da enzima hipoxantina guanina fosforiboxiltransferase (HGPRT), essencial para o sistema de reciclagem de células vivas.
As células quebram DNA dentro delas por suas partes componentes. Estas peças, por sua vez, também precisam ser quebradas. Duas dessas peças, adenina e guanina, são responsabilidade de HGPRT.
Na ausência de uma enzima que pode quebrá-los corretamente, os compostos se acumulam até que se decompõem em ácido úrico. Ácido úrico irrita a célula e passa para o sangue, causando cristais na urina, também conhecidos como pedras nos rins. Este é um sintoma que ajuda os médicos a diagnosticar uma pessoa com síndrome de Lesch-Nyhan.
Um sintoma ainda mais horrível é um tipo específico de autolesão. Pessoas com a síndrome tendem a morder os lábios, a língua e a mastigar seus dedos. Às vezes, as lesões são apenas desagradáveis e formam cicatrizes, porém, em alguns casos, os pacientes podem realmente mastigar suas línguas e dedos.
O comportamento é tão comum que é considerado característico da síndrome, e deu-lhe o apelido de “síndrome da autocanibalização”. Além da automutilação e das pedras nos rins, retardo mental, comportamento agressivo e artrite gotosa são outros sintomas possíveis da condição.
Os médicos não sabem direito por que essa mutilação ocorre. A explicação mais simples é que o ácido úrico irrita as células, e as pessoas mordem seus tecidos mais sensíveis da mesma maneira que coçam uma picada de mosquito até sangrar.
Outra teoria é que os efeitos do ácido úrico no cérebro em desenvolvimento provoca uma falta de dopamina. Assim, a síndrome de Lesch-Nyhan seria como o “oposto” da doença de Parkinson: enquanto as pessoas com Parkinson não conseguem iniciar as ações que estão pensando em fazer, as pessoas com Lesch-Nyhan não podem se impedir de fazer as coisas que pensam. Se elas pensam em morder a si mesmas, fazem isso, mesmo que não queiram.
Ainda outra teoria diz que quaisquer lesões causam uma grande liberação de dopamina no cérebro de alguém com a síndrome. Em seguida, uma lesão acidental no rosto ou nas mãos traz boas sensações, que fazem com que as pessoas se machuquem mais de propósito.
Provavelmente há um componente psicológico para esse comportamento. Um tratamento possível para os pacientes com a síndrome que se mordem compulsivamente é a remoção completa dos dentes. Infelizmente, isso não impede que eles se arranhem.
A síndrome de Lesch-Nyhan é genética, e as mulheres com histórico da doença na família podem fazer exames para saber se são portadoras da mutação antes de engravidar. A condição afeta aproximadamente um em cada 380.000 nascidos vivos. Não existe nenhuma cura para a doença, apenas controle dos sintomas. 

http://hypescience.com/conheca-a-horrivel-doenca-que-faz-as-pessoas-se-canibalizarem/

domingo, 13 de abril de 2014

Me transcende a ALMA o brilho do PODER.

Que a VIDA me aceite pela GLORIA de dizer :

BOM DIA SOL.

 JOSE VANDERLEI MENEZES.

segunda-feira, 24 de março de 2014

NEM ESQUERDA NEM DIREITA!!!

                                            

"Que esquisito, você não é nem de esquerda nem de direita!".  Essa observação, feita logo após um discurso que proferi, mostrou uma rara perspicácia.  Foi rara porque era extremamente raro ouvir alguém chegando a essa conclusão por conta própria.  E foi perspicaz porque foi acurada.
A maioria das pessoas sempre parece estar à procura de termos simplistas e simplificadores, de generalizações cômodas e convenientes, pois ajudam em seus discursos e definições.  Estes termos servem para substituir definições longas e tediosamente complexas.  No entanto, é essencial ter cuidado ao escolher estes termos, pois é comum que tais simplificações gerem truques semânticos e produzam um desserviço para aqueles que as utilizam.  Receio ser esse o caso dos termos "esquerda" e "direita" quando utilizados por libertários que, como espero demonstrar, não estão nem à esquerda e nem à direita no que concerne ao espectro ideológico aceitável de nossa era.
"Esquerda" e "direita" descrevem, cada uma, posições autoritárias.  A liberdade não possui relação horizontal com o autoritarismo.  A relação do libertarianismo com o autoritarismo é vertical; está muito acima dessa podridão de homens escravizando indivíduos.  Mas vamos começar do início.
Houve uma época em que "esquerda" e "direita" eram denominações apropriadas e nada imprecisas para diferenças ideológicas.  Os primeiros esquerdistas foram um grupo de recém-eleitos representantes para a Assembléia Nacional Constituinte da França, no início da Revolução Francesa, em 1789.  Eles foram rotulados "esquerdistas" simplesmente porque, por acaso, estavam sentados do lado esquerdo da câmara legislativa francesa.
"Os legisladores que estavam assentados do lato direito eram chamados de Partido da Direita, ou Direitistas.  Os Direitistas ou 'reacionários' defendiam um governo nacional altamente centralizado, leis especiais e privilégios para sindicatos e vários outros grupos e classes, monopólios estatais sobre os setores estratégicos e básicos para a vida, e uma continuação dos controles governamentais sobre preços, produção e distribuição." — Dean Russell, The First Leftist [Irvington-on-Hudson, N.Y.: Foundation for Economic Education, 1951], p. 3.
Os esquerdistas da época eram, para todos os propósitos práticos, ideologicamente similares àqueles que hoje podem ser chamados de "libertários".  Já os direitistas representavam o oposto ideológico: estatistas, intervencionistas — em suma, autoritários.  "Esquerda" e "direita" na França, durante o período 1789-90, eram termos que apresentavam, ao mesmo tempo, uma conveniência semântica e um alto grau de acurácia.
Mas aí vieram os autoritários Jacobinos, e o termo "esquerdista" foi rapidamente expropriado por eles, passando a ter um significado oposto.  "Esquerdista" passou a ser sinônimo de igualitarista, sendo depois associado às vertentes do socialismo marxista: comunismo, socialismo, fabianismo.  O que ocorreu, então, com o termo "direitista"?  Onde ele caberia agora, após essa reviravolta semântica do termo "esquerdista"?  Os camaradas de Moscou se encarregaram dessa tarefa, e em proveito próprio: qualquer coisa que não fosse comunista ou socialista foi decretada e propagandeada como "fascista".  Logo, qualquer ideologia que não coubesse integralmente dentro do rótulo comunista (esquerda) passou a ser popularmente denominada de fascista (direita).
Eis a definição de fascismo segundo o dicionário Webster: "Qualquer programa visando à criação de um regime nacional centralizado e autocrático, com políticas severamente nacionalistas e que exerça um intenso programa de arregimentação da indústria, do comércio e das finanças, com rígida censura e enérgica supressão da oposição".
Qual é, na prática, a diferença entre comunismo e fascismo?  Ambos são formas claras de estatismo e autoritarismo.  A única diferença entre o comunismo de Stalin e o fascismo de Mussolini é um insignificante detalhe na estrutura organizacional.  Mas um é "esquerda" e o outro é "direita"!  Sendo assim, onde tudo isso deixa o libertário em um mundo em que os termos foram definidos por Moscou?  O libertário é, na realidade, o oposto do comunista.  No entanto, se o libertário empregar os termos "esquerda" e "direita", ele estará caindo na armadilha semântica de se tornar um "direitista" (fascista) pelo simples fato de não ser um "esquerdista" (comunista).  Isso seria um suicídio semântico para os libertários, um invento artificioso que excluiria automaticamente sua existência.  Ao passo que comunistas e socialistas continuarão utilizando essa definição, há vários motivos para os libertários evitá-la.
Um enorme problema que surgirá caso o libertário opte por utilizar a terminologia esquerda-direita é a grande tentação que tal postura cria para se aplicar a doutrina do meio-termo.  Durante aproximadamente vinte séculos, o homem ocidental aceitou a teoria aristotélica de que a posição sensata é aquela entre quaisquer dois extremos, que hoje é conhecida politicamente como a posição moderada, conciliatória, a terceira-via, ou simplesmente o centro.  Se os libertários utilizarem os termos "esquerda" e "direita", eles estarão se anunciando como sendo de extrema direita pela simples virtude de estarem extremamente distantes em suas crenças do comunismo.  Mas "direita" é um termo que passou a ser exitosamente identificado com o fascismo.  Portanto, cada vez mais pessoas são levadas a crer que a posição sensata seria em algum lugar entre o comunismo e o fascismo, uma vez que ambos significam autoritarismo.
Só que a doutrina do meio-termo não pode ser aplicada indiscriminadamente.  Por exemplo, ela é sensata o bastante quando se está decidindo entre, de um lado, o jejum total e, do outro, a gulodice.  Mas ela é evidentemente insensata quando se quer decidir entre não roubar nada ou roubar $1.000.  O meio-termo recomendaria roubar $500.  Logo, o meio-termo não é mais sensato ou racional quando aplicado para comunismo e fascismo (dois rótulos para o mesmo autoritarismo) do que quando aplicado para dois tipos de roubo.  O libertário não pode querer nada com "esquerda" ou "direita" simplesmente porque ele desdenha qualquer forma de autoritarismo — o uso do aparato estatal para tolher e controlar a criatividade e o empreendedorismo do indivíduo. 
Para ele, comunismo, fascismo, nazismo, fabianismo, assistencialismo — todos formas de igualitarismo — cabem na descrição definitiva que Platão, talvez cinicamente, nos forneceu séculos antes de qualquer um desses sistemas coercivos terem se desenvolvido:
 O maior de todos os princípios é o de que ninguém, homem ou mulher, deve prescindir de um líder. Nem deverá a mente de um indivíduo habituar-se a deixá-lo fazer qualquer coisa nem por iniciativa própria, nem por zelo, nem mesmo por prazer. Tanto na guerra quanto na paz, a seu líder ele deve direcionar seus olhos e segui-lo fielmente.  E mesmo nos assuntos mais ínfimos ele deve se sujeitar a alguma liderança. Por exemplo, ele deve se levantar, se mover, se lavar ou se alimentar . . . somente se tiver recebido ordens para tal . . . Em suma, ele deverá ensinar sua alma, por meio do hábito e da prática reiterada, a nunca sonhar agir de forma independente.  Com efeito, deve ensiná-la a se tornar totalmente incapaz disso.
Pairando sobre a degradação
Os libertários rejeitam esse princípio e, ao fazê-lo, não se colocam nem à direita e nem à esquerda dos autoritários.  Eles, assim como os espíritos humanos que libertariam, ascendem — estão acima — sobre esta degradação. Sua posição no espectro ideológico, se fossemos usar analogias direcionais, seria acima — como um vapor que se separa do esterco e sobe a uma atmosfera saudável.  Se a idéia de extremismo for aplicada a um libertário, que seja baseada em quão extrema é a sua oposição às crenças e tentações autoritárias.
Estabeleça este conceito de emersão, de libertação — o qual é o próprio significado do libertarianismo —, e o significado da doutrina do meio-termo passará a ser inaplicável, pois não é possível haver uma posição de meio caminho entre o zero e o infinito.  E é absurdo sugerir que possa haver.
Qual termo simples os libertários deveriam aplicar para se distinguirem das variedades de "esquerdistas" e "direitistas"?  Não consegui inventar nenhum, mas até que eu consiga, contento-me em dizer que "sou libertário", e estou disposto a explicar a definição do termo a qualquer pessoa que procure significados em vez de rótulos.


http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1466

sexta-feira, 7 de março de 2014

UMA MAFIOCRACIA DOMINA O PLANETA



Em matéria passada eu explicava que MÁFIA é um termo mundialmente utilizado que se refere a um tipo especial de crime organizado. Originado na Itália meridional, atualmente o termo é também usado para identificar, tanto simples grupos de criminosos organizados, como associações de indivíduos que empregam métodos ilícitos ou ilegais em seus negócios ou postos de trabalho. A máfia pode ser, tanto um grupo social, ou um poder. Por mafiocracia, se entende, então, o sistema em que se sustentam, se organizam e se administram as práticas de certos grupos delituosos.
A mafiocracia possui sua racionalidade e um código de ética particular, que são sustentados pelas vertentes mais negativas da ideologia capitalista: uma, representada pelo setor de capitalistas, cuja motivação central de vida é a avareza; estes podem ser empreendedores ou conservadores, porém, todos são individualistas; têm um tipo de comportamento de orientação acumulativa; gostam de se apropriar de riquezas através do trabalho alheio e da usura. Alguns ligam esta motivação a idéias religiosas do protestantismo e do judaísmo.
A outra vertente é representada por indivíduos conduzidos por uma ambição desmedida de enriquecimento fácil e rápido; como todos os capitalistas, fundamentam sua conduta na chamada ética dos interesses materiais; sua orientação, por princípio, é improdutiva e de exploração; usam qualquer meio possível para conseguirem seu bem-estar particular. Neste setor, se encontram, misturados, yuppies impacientes das áreas financeiras e bancárias, comerciantes desonestos, lobistas e gestores corruptos, como também funcionários corrompidos dos setores públicos e privados, ao lado de outros costumeiros delinquentes.
A mafiocracia é um sistema de organizações criminosas que, qual uma hera daninha, aproveita-se das debilidades de todos os sistemas humanos, infiltrando-se neles de forma aberta ou sub-repticiamente. É, por conseguinte, um sistema parasitário. Como outros grupos com interesses particulares, as máfias acham, nos procedimentos informais, as vias e meios para penetrarem em empresas, ministérios etc., obtendo, assim, vantagens e benefícios. Estes meios informais são propícios para o tráfico de influência e para outras ações patológicas que afetam o funcionamento das organizações, especialmente do setor público; o que não significa que a área privada fique imune a tais males.
Contudo, as máfias, não só se valem de alguns meios informais para controlar e obter vantagens nas organizações em que conseguem penetrar, mas também construíram verdadeiras corporações para a realização de seus ignóbeis propósitos. De tal maneira, que tais associações criminosas alcançaram enorme poder e enorme difusão nos mais diversos campos da atividade humana, em todo o mundo: no sistema financeiro e bancário; em áreas de seguros; bolsas de valores; setor imobiliário e de movimento cambial, assim como no sistema econômico de empresas estatais e privadas; sindicatos; estrutura judicial, policial e penitenciária; sistema alfandegário e portuário; sistema de saúde e hospitalar, incluindo nisso tudo a produção e o tráfico de armas e drogas; o contrabando de bens e pessoas, sem falar de tantas outras áreas sob controle destas organizações delituosas.
Certa literatura tem pretendido atribuir as práticas de delitos nacionais e internacionais exclusivamente às máfias dos chamados “Estados falidos”, localizados, é claro, em regiões subdesenvolvidas do chamado Terceiro Mundo. Para esta literatura, se existe alguma conexão delituosa entre as regiões do Sul atrasado e o Norte desenvolvido (como, por exemplo, as que ocorrem entre os produtores de drogas colombianos, traficantes mexicanos e grandes distribuidores e consumidores estadunidenses, ou como a que há na extração e tráfico ilegal de pedras preciosas, ou de minerais de grande valor e madeiras nobres, entre máfias africanas e talhadores europeus e judeus), os países desenvolvidos são as vítimas desta relação. Os países atrasados ficam como réus.
É certo que existem máfias em todos os países, não apenas organizadas para atividades com drogas e minerais valiosos e escassos, mas que também praticam grandes fraudes financeiras e econômicas que tanto atingem os estados como os cidadãos. Vale lembrar, por exemplo, a máfia de políticos e funcionários corruptos que, na ex-URSS, se apoderou de bens e matérias-primas, colocando-as no “mercado negro”, sabotando a economia, quando se desmontava a burocracia soviética. Outra, que operou, não faz muito tempo, na Venezuela, em torno de fraudes bancárias, agindo no campo imobiliário e com tráfico de bônus e de dólares, que influenciou sobre o índice inflacionário do país. Há, ainda, máfias de funcionários públicos e operadores sindicais nas indústrias nacionais de ferro, alumínio e da construção.
Entretanto, indubitavelmente, as máfias mais poderosas se encontram nos países desenvolvidos. São elas, em verdade, as grandes financistas, as que ditam suas próprias pautas e controlam os grandes mercados.
Por acaso, não são verdadeiras máfias as associações financeiras e bancárias, e a militar-industrial norte-americana, que atualmente governam a economia global? Se alguém tem alguma dúvida a respeito disso, vale a pena ler, como uma simples amostra, o artigo de Matt Taibbi, na revista Rolling Stone, em que conta a história e revela o papel do banco de investimentos, Goldman Sachs, na crise econômica mundial e, praticamente, em todas as bolhas financeiras das últimas décadas. Taibbi culpa os Goldmanites de aurífagos, famélicos e ferozes alquimistas do dinheiro do povo; manipuladores, junto ao governo, das regulamentações financeiras e dos mercados de valores, em benefício próprio. Além de se favorecerem do resgate financeiro, que é orquestrado por seus ex-diretores, transformados em funcionários do governo.
A lista de ex-diretores do Goldman Sachs, nas altas posições do governo dos Estados Unidos, é escandalosa; é como se o Goldman Sachs fosse a ante-sala das secretarias de finanças do governo, afirma Taibbi. Por exemplo, o último secretário do Tesouro de George W.Bush, o ex-CEO do Goldman, Henry Paulson, foi o arquiteto do plano de resgate, um suspeito plano de auto-serviço para a canalização de bilhões de dólares para seus velhos amigos, em Wall Street. Robert Rubin, ex-secretário do Tesouro de Bill Clinton, passou 26 anos no Goldman, antes de se tornar presidente do Citigroup, que – por sua vez – tem um resgate de 300 bilhões de dólares dos contribuintes, outorgado por Paulson. Entre outros, há John Thain, o detestável chefe do Merril Lynch, que comprou para seu Escritório um tapete de US$ 87.000, enquanto sua empresa estava implodindo. Antigo banqueiro do Goldman, Thain aproveitou-se de uma mãozinha de muitos bilhões de dólares, dada por Paulson, que usou bilhões, dos fundos dos contribuintes, para ajudar o Bank of America a salvar a pobre empresa de Thain. Os diretores dos bancos nacionais do Canadá e da Itália são ex-alunos de Goldman, como também o são o chefe do Banco Mundial, o chefe da Bolsa de Nova Iorque e, também, os últimos chefes do Federal Reserve Bank of New York.
Todavia, a análise de Taibbi ainda pode ser considerada como um tanto incompleta, visto que, acima desses funcionários mafiosos, se encontram os “capi di tutti i capi”. César Aching Guzmán identifica estes “poderosos dos poderosos”, nas seguintes famílias mafiosas:
1-Família Rothschild (Londres, Berlim e Israel)
2-Família Rockefeller (EUA e Israel)
3-Família Morgan (Inglaterra)
4-Família Warburg (Alemanha)
5-Família Lazard (França)
6-Família Mosés Israel Seif (Itália e Israel)
7-Família Kuhn, Loeb (Alemanha e EUA)
8-Família Lehman Brothers (EUA)
9-Família Goldman Sachs (EUA)
Segundo Aching Guzmán, “estas mega-ricas famílias e seus descendentes são intocáveis pela lei, e isentas de impostos por toda a vida. Cada vez que fazem a tal “salvação econômica”, na realidade COMPRAM os bancos e as financeiras do mundo, apropriando-se pouco a pouco do país que “salvam”… Eles seriam os chefes das máfias que controlam o Planeta, donos de bancos criadores dos grandes cassinos de especulação e dos paraísos financeiros; são os donos das grandes corporações da indústria militar, das grandes mineradoras, petroleiras… São os que organizam ações terroristas, fomentam guerras e invasões, ou seja, são os responsáveis diretos pela miséria, desolação e morte em que vivem bilhões de seres humanos; são os que puseram o Planeta e nossa espécie à beira da extinção.
Augusto N. Lapp